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11/19/2005

KARATE CLUBE DE ALMANCIL

O KARATE CLUBE DE ALMANCIL foi fundado em 04 de Janeiro de 1984 e, para os mais distraídos, é um Clube que visa a prática desportiva de Karate, em Almancil. Curioso, não?

 

As aulas são ministradas pelo seu fundador e director técnico da Associação de Artes Marciais do Algarve, JOSÉ BONIXE:

»» 4º Dan Karate »» 2º Dan Ju-Jutsu FPJDA »» 1º Dan Juko-Ryu


 

HORÁRIOS

Terças e Quintas das 19.30 às 21.00, no pavilhão da Escola C+S de Almancil, em frente ao Campo de Futebol do Almancilense.

 

A ÉPOCA 2007/2008 teve inicio em SETEMBRO de 2007.

 

A prática de karate envolve principalmente movimentos / situações de ataque e defesa. Além da carga física imposta ao praticante é observável também o desenvolvimento de alguns elementos psíquicos como caráter, respeito e disciplina.

 

INSCREVE-TE!

 

 


 

CINTOS NEGROS DO CLUBE

 

José Bonixe

Oswaldo Fernandez

António Oliveira

José Pontes

Alberto

Rossana Garcia

João Martins

Alberto Guerreiro

 


 

CONTACTOS:

TLM: 919868178

EMAIL: foustine@hotmail.com

AAMA

ASSOCIAÇÃO DE ARTES MARCIAIS DO ALGARVE

 

Associação fundada a 24 de Julho de 1997, cuja finalidade é a prática, ensino e desenvolvimento do Karate, baseado no estilo Shito-Ryu. Da mesma fazem parte outras disciplinas como Ju-Jutsu, Kobudo e Chi-kung.

 

A A.A.M.A., coloca ao dispor dos praticantes diversos clubes localizados na sua esmagadora maioria no concelho de Loulé, assim como alguns clubes noutros concelhos (Faro, Albufeira e São Brás de Alportel), detendo nas suas fileiras mais de duas centenas de praticantes.

O principal centro de treino ( HOMBU DOJO) e sede da associação (AAMA) estão situados no complexo das piscinas Municipais de Loulé.

 


CLUBES E INSTRUCTORES DA ASSOCIAÇÃO:

 

LOULETANO DESPOSTOS CLUBE: João Lima

2ª, 4ª e 6ª 19.30 às 21.30

 

KARATE CLUBE ALMANCIL: José Bonixe

3ª e 5ª das 19.30 às 21.00

 

KARATE CLUBE QUARTEIRA: Fernando Romão

 

ACADEMIA ARTES MARCIAIS FARO: José Bonixe

2ª e 4ª

 

AKSR AREIAS DE S JOAO - ALBUFEIRA Oswaldo Fernandez

2ª, 3ª e 5ª das 20 às 21

 


 

Presidente e Director de Competição:

»» Fernando Romão

Vice-Presidente e Director Técnico:

»» José Bonixe

Secretário:

»» Ibraim Lima

Director de Arbitragem:

»» Oswaldo Fernandez

 


 

CONTACTOS

 

SITE:

EMAIL:

MORADA:

TLMS: 917820366

SHITO RYU

SHITO RYU

 

O fundador (Ryuso) do Karate-Do Shito-Ryu, Kenwa Mabuni nasceu em 14 de Novembro de 1889 em Shuri, Okinawa.

 


Em 1929, quando partiu para o Japão, Kenwa Mabuni, não possuía um estilo próprio definido, ensinava Shuri-Te e Naha-Te “puros”, conforme havia aprendido com seus mestres. Por volta de 1931, seu sistema tornou-se conhecido entre seus discípulos simplesmente como MABUNI-RYU (Estilo de Mabuni), especialmente em Osaka.

Foi por volta de 1933, que Kenwa Mabuni estabeleceu um método teórico baseado na fusão dos ensinamentos de Yasutsune Itosu e Kanryo Higashionna, combinação que ao longo dos anos que viria a resultar em um estilo próprio, hoje conhecido como SHITO-RYU.

Originalmente, Kenwa Mabuni chamou seu estilo de “HANKO-RYU” (Estilo metade duro). Porém, depois mudou o nome para Shito-Ryu que melhor refletia o profundo respeito que sentia por seus dois principais mestres: Yasutsune “Anko” Itosu e Kanryo Higashionna.

Kenwa Mabuni utilizou uma leitura alternativa para formular o nome do estilo, pois o Kanji que representa a sílaba “ITO” do nome de Itosu também pode ser lido como “SHI”, e o ideograma que representa a sílaba “HIGA” do nome de Higashionna também pode ser lido como “TO”. Quando são lidos desta forma os caracteres formam o “On-Yomi”, ou seja, a forma original chinesa, então “Ito-Higa” torna-se “Shi-To”. A palavra “Ryu” significa “estilo ou escola”. Portanto, embora não tenha um significado literal, “Shito-Ryu” pode ser traduzido como: “Estilo de Itosu e Higashionna”.

O estilo Shito-Ryu é basicamente o resultado da combinação das características do estilo duro-linear do SHURI-TE de Yasutsune “Anko” Itosu com estilo mais suave-circular do NAHA-TE de Kanryo Higashionna. Porém, Kenwa Mabuni não se contentou em mesclar as correntes, também sistematizou o treinamento de maneira racional e “científica”.

Embora esteja fundamentado nos ensinamentos de Itosu e Higashionna, o estilo criado por Kenwa Mabuni é uma verdadeira síntese dos ensinamentos de diversos grandes mestres de artes marciais. É o sistema mais extenso de Karate-Do que existe, que se distingue dos demais pelo grande número de Kata(s), pela suavidade e versatilidade das técnicas de combate e pela inclusão de técnicas de solo e do “Kobudo” (antiga arte de armas de Okinawa) em sua instrução.


Atualmente, se forem consideradas as diferentes linhas, existem mais de 70 Kata(s) no estilo Shito-Ryu, pois outras “formas” foram acrescidas por seus discípulos ao sistema. Todos os Kata(s) do Shito-Ryu possuem uma beleza plástica extraordinária devido a grande combinação que permeia o estilo.

Kenwa Mabuni dedicou-se a preservar a forma e a essência das técnicas e dos Kata(s) tradicionais, ensinando-os exatamente como lhe foram ministrados, consolidando desta forma os três maiores estilos do século XIX em um único sistema detalhado, que hoje conhecemos como Shito-Ryu.

Devido à compreensão de cada técnica e a grande fidelidade de Kenwa Mabuni aos Kata(s) originais, o Shito-Ryu se estabeleceu relativamente rápido e tornou-se um dos quatro principais estilos de Karate-Do Tradicional do Japão, os outros três estilos são: Shotokan, Goju-Ryu e Wado-Ryu.

O legado deixado por Kenwa Mabuni não pode ser ignorado. Devido os seus valiosos esforços temos hoje o Shito-Ryu, uma arte que representa e longa história e tradição do Karate-Do.

Embora tenham surgido algumas ramificações do Shito-Ryu após a morte de Kenwa Mabuni, o estilo permanece único e faz parte dos anais da história das artes marciais japonesas.

 

De acordo com Kenwa Mabuni o estudante, ignorando Kata e praticando apenas Kumite, nunca irá progredir no Karate-Do e nunca irá entender o seu significado.

 


 

 

LISTA DE KATAS

 

»» KENWA MABUNI:

YOTTSUNOKATA DAIICHI DOSA / YOTTSUNOKATA DAINI DOSA / YOTTSUNOKATA DAIYON DOSA / JUROKU / SEIRYU /

 

»» KENEI MABUNI

AOYAGI Y AOYANAGI / MYOJYO / SHINSEI ICHI / SHINSEI NI / SHINPA

.     MYOJYO

»» SHURI-TE:

PINAN / NAIFANCHIN - SHODAN / NAIFANCHIN - NIDAN / NAIFANCHIN - SANDAN / ITOSU NO PASSAI - DAI / ITOSU NO PASSAI - SHO / KUSANKU - DAI / KUSANKU - SHO / SHIHO - KUSANKU / ITOSU NO ROHAI - SHODAN / ITOSU NO ROHAI - NIDAN / ITOSU NO ROHAI - SANDAN / ITOSU NO CHINTO / CHINTEI / ITOSU NO WANSHYU / ITOSU NO GOJUSHIHO / ITOSU NO WANDAU / MATSUMURA NO PASSAI / TAWADA NO PASSAI / ISHIMINE NO PASSAI / MATSUMURA NO SEESAN / NIPAIPO

 

»» TOMARI-TE:

WANKAN / WANSYU / MATSUMURA NO ROHAY / TOMARI NO ROHAY / TOMARI NO PASSAI / JITTE / JION / JIIN / AZATO NO PASSAI / TOMARI NO CHINTO

 

»» NAHA-TE:

GEKI-SAI - SHODAN / GEKI-SAI - NIDAN / GEKIHA - SHODAN / GEKIHA-NIDAN /GEKIHA- SANDAN / KAKU-HA / SANCHIN / TENSHO / SAIFA / SEIENCHIN / SISOOCHIN / SEIPAI / SEISAN / SANSEIRO / KURURUNFA / SUPARIMPEI

CALENDÁRIO

CALENDÁRIO DE ACTIVIDADES ÉPOCA 2007/2008

 

 

Setembro


Outubro

Novembro

 

Dezembro
15: 23º Estágio Associativo

Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

AGOSTO

 

PRIMEIRA SEMANA.. KARATE – ESTÁGIO INTERNACIONAL COM MABUNI - CORSEGA

KARATE DO

KARATE DO

 

O Karate-Do Tradicional é uma arte marcial originada a partir das técnicas de defesa pessoal sem armas de Okinawa, e tem como base a filosofia do Budo japonês.

 

Okinawa é a maior das ilhas de um arquipélago situado ao sul do Japão: as Ilhas Ryukyu. Esta região, que atualmente forma a província de Okinawa, constituía um reino independente até o final do século XIX, quando foi anexada ao império japonês. As características geográficas de Okinawa contribuíram para que seu povo desenvolvesse uma vocação especial para a navegação. Devido à proximidade com a Ásia continental, Okinawa desfrutou de um próspero comércio marítimo entre os séculos XIV e XVI. Estas relações comerciais não só traziam riqueza para a ilha como também proporcionavam um intenso intercâmbio cultural entre os cidadãos de Okinawa e o resto da Ásia (sobretudo com a China e com o Japão).

 

Acredita-se que o Kenpo (boxe chinês) tenha chegado a Okinawa como conseqüência deste intercâmbio, trazido tanto por especialistas chineses que porventura passavam por Okinawa como também através de cidadãos de Okinawa que retornavam para casa após tê-lo aprendido em solo chinês. Este "novo" sistema de luta importado da China logo despertou um grande interesse por parte dos okinawanos, que por sua vez passaram a combiná-lo com outros sistemas de luta locais, dando origem a um novo sistema que passou a ser conhecido como Okinawa-Te (Mãos de Okinawa) ou To-De (Mãos Chinesas), sendo que este último fazia referência à origem chinesa da arte.

 

Pouco se sabe sobre a história do desenvolvimento do Okinawa-Te, mas há um consenso de que um fator tenha contribuído de forma significativa para tal: a proibição do uso de armas em Okinawa. No início do século XV, Okinawa foi unificada e o então rei Hashi da dinastia Sho ordenou que todas as armas do reino fossem confiscadas, baixando também um decreto que fazia da posse de armas um crime contra o estado. Esta medida visava desestimular qualquer ameaça de rebelião contra o seu governo. Cerca de dois séculos mais tarde (em 1609), quando Okinawa foi invadida e dominada pelo clã Shimazu do feudo de Satsuma de Kyushu, novamente as armas foram banidas. Estas constantes proibições do uso de armas deram um grande impulso ao desenvolvimento do Okinawa-Te, porém sob sigilo.

 

Surgiram então três principais núcleos de Okinawa-Te, que foram as cidades de Shuri, Naha e Tomari. Conseqüentemente, os três estilos básicos tornaram-se conhecidos como Shuri-Te, Naha-Te e Tomari-Te, respectivamente.

 

O Shuri-Te teve como precursor To-Te Sakugawa (1782-1862), que foi professor do lendário Sokon Matsumura (1809-????). Sob a tutela de Matsumura passaram grandes nomes do Okinawa-Te, entre eles Anko Itosu (1831-1915), que foi o responsável pela introdução desta arte nas escolas públicas de Okinawa. O Shuri-Te foi a base dos estilos que vieram a se chamar Shotokan-Ryu, Shito-Ryu e Isshin-Ryu.

 

O Naha-te teve Kanryo Higaonna (1853-1917) como seu grande promotor. Higaonna iniciou seus treinamentos com Seisho Arakaki (1840-1920), tendo em seguida embarcado numa jornada para a China em busca do aperfeiçoamento de sua técnica. Seu aluno mais famoso foi Chojun Miyagi (1888-1953), que mais tarde desenvolveu o estilo Goju-Ryu.

 

O Tomari-Te foi desenvolvido principalmente por Kosaku Matsumora (1829-1898) juntamente com Kokan Oyadomari (1827-1905). Matsumora ensinou Choki Motobu (1871-1944) enquanto Oyadomari teve como aluno Chotoku Kyan (1870-1945), dois dos mais famosos professores da época. Até então o Tomari-Te era amplamente ensinado e influenciou tanto o Shuri-Te como o Naha-Te.

 

Os objetivos do Karate-Do Tradicional são definidos pela filosofia do Budo, que se traduz na busca constante pelo aperfeiçoamento pessoal, sempre contribuindo para a harmonização do meio onde se está inserido. Através de muita dedicação ao trabalho, treinamento rigoroso e vida disciplinada, o praticante de Karate-Do Tradicional caminha em direcção dessas metas, formando seu caráter, aprimorando sua personalidade.

 

Nesse sentido, pode-se afirmar que o Karate-Do Tradicional contribui para a formação integral do ser humano, não podendo, portanto, ser confundido com uma práctica puramente desportiva. "Tradição é um conjunto de valores sociais que passam de geração à geração, de pai para filho, de mestre para discípulo, e que está relacionado directamente com o crescimento, maturidade, com o indivíduo universal." [Johannes]

 

Cada pessoa pode ter objectivos diferentes ao optar pela prática do Karate-Do Tradicional, objectivos estes que devem ser respeitados. Cada um deverá ter a oportunidade de atingir suas metas, sejam elas tornar-se forte e saudável, obter autoconfiança e equilíbrio interior ou mesmo dominar técnicas de defesa pessoal. Autocontrole, integridade e humildade resultarão do correcto aproveitamento dos impulsos agressivos existentes em todos nós.

 

A famosa expressão do mestre Gichin Funakoshi - "Karate Ni Sente Nashi" - define claramente o propósito anti-violência do Karate-Do Tradicional: "No Karate não existe atitude ofensiva".

 

"Se o adversário é inferior a ti,
então por que brigar?
Se o adversário é superior a ti,
então por que brigar?
Se o adversário é igual a ti,
compreenderá,
o que tu compreendes...
então não haverá luta.
Honra não é orgulho,
é consciência real do que se possui."

 

O Karate-Do Tradicional também pode ser visto como uma óptima ferramenta de manutenção da saúde, uma vez que suas técnicas contribuem para a formação de hábitos saudáveis como os cuidados com a postura, a respiração com o diafragma e a meditação Zen. Entende-se como saúde não só o estado de "ausência de doenças", mas também o bem-estar físico, mental e espiritual do ser humano.

 

Como defesa pessoal, o Karate-Do Tradicional mostra eficiência e eficácia em suas técnicas, possibilitando ao lutador defender-se de qualquer tipo inimigo. No entanto, mais que um simples conjunto de técnicas, o Karate-Do Tradicional ensina ao seu praticante algo muito além do confronto físico, que é a intuição e o discernimento perante uma situação de perigo, permitindo ao lutador captar a intenção do adversário, avaliar a situação e tomar uma atitude correta e consciente.

 

O verdadeiro valor do Karate não está em sobrepujar os outros pela força física. Nesta arte marcial não existe agressão, mas sim nobreza de espírito, domínio da agressividade, modéstia e perseverança. E, quando for necessário, fazer a coragem de enfrentar milhões de adversários vibrar no seu interior. É o espírito dos samurais.

VOCABULÁRIO NO DOJO

VOCABULÁRIO

 

Números: 1 – ichi; 2 – ni; 3 – san; 4 – yon ou shi; 5 – go; 6 – roku; 7 – nana ou shichi; 8 – hachi; 9 – kyu ou ku; 10 – ju; 20 – niju; 30 – sanju; 100 – hyaku

 

Age – Acção de erguer, levantar
Ai hanmi – Posição relativa de dois praticantes, com a mesma perna à frente
Aikido – Literalmente: via da harmonização da energia
Ashi – Perna, pé
Ashi barai – Varrimento com o pé
Atama – Cabeça
Atemi – Batimento
Awase – Combinação, junção, harmonização
Ayumi – Andamento
Barai – Varrimento
Bo – Pau longo
Bojutsu – Técnicas de bastão
Bokken – Sabre de madeira
Bu, Bushi – Guerreiro
Budo – Via do guerreiro, artes marciais
Chi – Palavra chinesa para energia vital, o mesmo que “Ki”
Chudan – Nível médio (do pescoço até à cintura)
Dachi – Posição
Dai – Grande
Dan – Nível, grau (cinto negro)
Do – Via, caminho
Dojo – Local de treino de Budo
Embusen – Diagrama de uma kata
Empi – Cotovelo, o mesmo que "hiji"
Fumi – Esmagar
Gasho – Juntar as mãos à frente da cara para fazer saudação (Zen, Mokuzo, etc.)
Gedan – Nível baixo (da cintura para baixo)
Geri – Pontapé
Gi – Fato para a prática de Budo composto de Uwagi (casaco), Zubon (calça) e Obi (cinto)
Go-no-sen – Táctica de deixar o oponente atacar primeiro para contra-atacar
Gyaku – Contrário, inverso
Hajime – Iniciar, começar
Hakama – Calça larga usada sobre o gi nas artes marciais tradicionais (Kyudo, Kendo, Iaido, Aikido, etc.)
Happo – Oito direcções
Hara – Abdómen
Heiko – Paralelo
Henka – Mudança (de posição)
Hidari – Esquerda
Hiji – Cotovelo
Hiki-te – Recuo do punho até à anca
Hiza – Joelho
Ho – Direcção, sentido
Ho – Método
Horan-no-kamae – Posição de início de alguns katas em que a mão cobre o punho fechado
Ippon – Um (ponto, passo, ataque, etc.)
Ippon-kumite – Exercícios com parceiro com 1 ataque 1 defesa
Irimi – Movimento de entrada (no círculo do adversário)
Jitsu (jutsu) – Técnica
Jiyu – Livre
Jiyu-ippon-kumite – Combate livre (controlado) com um só ataque
Jiyu-kumite – Exercícios controlados com parceiro em que as formas de combate são livres
Jo – Alto
Jodan – Nível alto (do pescoço para cima)
Joseki – Lado superior, lugar de honra (no dojo, a parede sul, à direita da parede principal)
Ju – Suavidade, suave
Judo – Via da suavidade
Ju-kumite – Combate em suavidade
Kagi, Kake – Gancho, enganchar
Kaisho-waza – Técnicas com mão aberta
Kakato – Calcanhar
Kamae – Posição de defesa
Kamaete – Ordem para tomar a posição
Kamiza – Parede principal do dojo, do lado este, onde se encontra o Tokonoma
Kara – Vazio
Karada – Corpo, o mesmo que “tai”
Karate-do – A Via das mãos vazias
Kata – Forma de treino, com ou sem parceiro, com sequências de técnicas predeterminadas
Katana – Espada
Keage – Movimento ascendente rápido
Keiko – Treino
Kekomi – Movimento penetrante
Ken – Sabre, espada
Kendo – Arte da esgrima japonesa
Keri (Geri, em composição) – Pontapé
Ki – Energia, força vital, espírito
Kiai – Exteriorização da energia através de grito
Kihon – Técnicas de base
Kime – Concentração de energia física e mental, decisão
Kiritsu – Levantar
Ko – Pequeno, posterior
Kohai – Praticante mais novo, o contrário de Sempai
Kokoro – Espírito, coração
Kokyu – Força respiratória
Koshi (goshi, em composição) – Anca
Kote – Pulso
Kumite – Combate
Kuzushi – Desequilíbrio 
Kyu – Grau de aluno
Kyusho – Pontos vitais
Maai – Distância correcta
Mae – Frente
Maki – Enrolar
Maki-komi – Técnica de Judo que consiste em projectar o adversário por meio de enrolamento
Makiwara – Alvo tradicionalmente de palha enrolada para treino de Karate-do ou Kyudo
Mawashi – Movimento circular
Midale – Método de treino de Karate-do que consiste em ataques e esquivas contínuas
Migi – Direita
Mokuso – Literalmente: não pensar. Atitude de concentração executada durante o cerimonial de início e final da prática de Budo
Morote – Ambas as mãos
Nage waza – Técnicas de projecção
Neko – Gato
Nobashi – Extensão, acção de esticar
Nukite – Ataque com os dedos juntos e esticados
O – Grande
Okuri – Deslizar
Osae – Imobilização
Otagai-ni-rei – Saudação mútua
Otoshi – Movimento de cima para baixo
Randori – Combate livre
Rei – Saudação
Reigi – Etiqueta, regras de conduta
Ritsu-rei – Saudação de pé
Ryo – Ambos
Ryu – Estilo, escola
Sabaki – Esquiva
Sai – Arma em forma de tridente originária de Okinawa
Samurai – Guerreiro japonês
Sanbon-Kumite – Combate com três ataques 
Sasae – Sustentar, suportar
Seiza – Sentar na posição de joelhos
Sempai – Aluno mais graduado, mais antigo
Sen-no-sen – Antecipação
Sensei – Professor
Sensei-ni-rei – Saudação ao professor
Sensei-ni-taishi-rei – Saudação em direcção ao professor
Shihan – Professor de grau elevado
Shiho – Quatro direcções
Shikko – Andar na posição de joelhos
Shimoza – Parede oeste do dojo, oposta ao Kamiza, onde se sentam os alunos
Shimoseki – Parede norte do dojo, onde podem ficar os assistentes não praticantes
Shin – Espírito
Shinai – Espada de bambu usada na prática de Kendo
Shisei – Posição, postura
Shizentai – Posição natural do corpo, de pé
Sho – Pequeno
Shomen – De frente
Shomen-ni-rei – Saudação para a parede principal do dojo
Shomen-ni-taishi-rei – Saudação em direcção à parede principal do dojo
Shuto – Sabre da mão (lado do dedo mínimo)
Sokuto – Sabre do pé, lado do dedo mínimo
Soto – Exterior
Sumo – Luta tradicional japonesa
Sutemi – Abandono do corpo; técnicas em que o executante se deixa cair para projectar o adversário
Tai – corpo, o mesmo que “karada”
Tai-sabaki – Esquiva do corpo
Tanto – Punhal
Tatami – Tapete japonês que cobre o chão, e onde se pratica Judo e Aikido
Tate – Vertical
Te – Mão
Tettsui – Parte lateral exterior do punho
To – Distante, longe
Tobi – Saltar
Tokui – Mais forte
Tokui-waza – Técnica mais forte, favorita
Tomari-te - Técnicas de combate originárias de Tomari - Okinawa
Tomoe – Circular
Tonfa – Instrumento agrário usado em técnicas de combate populares
Tori – O que ataca, o que executa
Tsuki – Soco, murro
Tsukuri – Contacto, segunda fase de execução de uma técnica de Judo
Uchi – Interior
Ude – Braço, antebraço
Uke – O atacante, na prática a dois; o que executa a queda
Ukemi – Queda, enrolamento
Ura – Movimento realizado rodando; as costas do adversário
Uraken – Costas da mão
Ura-mawashi – Pontapé circular para trás
Ushiro – Atrás, para trás
Wakizashi – Espada mais curta
Waza – Técnica
Yakosoku – Combinado, sem resistência
Yame – Parar
Yasume – Ordem de descontrair
Yoi – Ordem de atenção
Yoko – de lado, lateral
Zanshin – Atitude de concentração
Za-rei – Saudação em seiza
Zempo – Em direcção frontal
Zen – Frente
Zen – Disciplina japonesa, uma das correntes do Budismo